Em editorial, o Valor analisa por que a recuperação judicial ainda reflete sequelas da pandemia: empresas que se endividaram com juros baixos em 2020 e 2021 enfrentaram depois a alta das taxas, o crédito mais escasso e a queda na geração de caixa, com muitos contratos vencendo até 2025. O texto cita o pedido da Gol nos EUA e a inadimplência de pessoas jurídicas em 3,58%. Entre as consultorias que relatam maior procura por renegociações, menciona relatório da TCP Partners, que acompanha 60 setores e projeta alta de 6% nos pedidos de recuperação judicial em 2024, após o recorde de 1.405 pedidos em 2023 (Serasa Experian).