Integração de empresas em processos M&A
Integração de empresas após processos de M&A: Consiste em uma etapa do processo que ocorre depois da assinatura do contrato de compra e venda com foco em integrar a empresa adquirida à sinergia da empresa adquirente.
A integração de empresas após uma operação de M&A exige o engajamento de múltiplas frentes de trabalho. De acordo com a expertise da TCP Partners, o time da TCP organiza essas frentes sob a responsabilidade do CRO (Chief Restructuring Officer), com metas no curto e no longo prazo.
Por que integrar com método
Comprar ou se fundir com outra empresa é só o começo: o valor da operação depende de como as duas organizações passam a funcionar como uma só. Sem um plano, a comunicação falha, os sistemas ficam duplicados e as sinergias previstas no valuation não se realizam.
Curto a médio prazo (cerca de 3 meses)
Frentes de gestão: comunicação, finanças e controladoria.
Longo prazo (9 a 12 meses)
- Sinergias: sistemas, infraestrutura, contratos, questões trabalhistas, políticas, produtos e valuation.
- Frentes viabilizadas: operacional, comercial, jurídico, marketing, compras, recursos humanos e novos produtos.
- Integração de sistemas: integração dos ERPs, avaliação da eficiência de outros sistemas e tecnologia da informação.
Veja também: assessoria em M&A, gestão interina e controladoria.
Perguntas frequentes
O que é integração pós-M&A?
É o trabalho de fazer duas empresas passarem a funcionar como uma só depois da fusão ou da aquisição: comunicação, finanças, sistemas, contratos, equipes e processos, para que as sinergias previstas aconteçam.
Quanto tempo leva a integração?
Na metodologia da TCP, as frentes de gestão são tratadas no curto a médio prazo, em cerca de 3 meses, e as sinergias, as frentes viabilizadas e a integração de sistemas, no longo prazo, de 9 a 12 meses.
Quem coordena a integração?
O time da TCP organiza as frentes de trabalho sob a responsabilidade do CRO (Chief Restructuring Officer).
Quais frentes de trabalho a integração envolve?
Frentes de gestão (comunicação, finanças e controladoria), sinergias (sistemas, infraestrutura, contratos, questões trabalhistas, políticas, produtos e valuation), frentes viabilizadas (operacional, comercial, jurídico, marketing, compras, recursos humanos e novos produtos) e integração de sistemas (ERPs, outros sistemas e tecnologia da informação).